terça-feira, 15 de novembro de 2011

Á um mês que não toco na palavra 'amor' que se destina a ti. Á um mês que a saudade aperta e a vontade de escrever é apagada com lágrimas entranhando-se nas teclas do computador. Seria esse gosto que o vento gélido trás, a melancolia dos dias cinzentos, o sentimento inconsolável de perda ou a vontade de te ter aqui? Essa saudade de ti só aumenta, e já não sei mais como lidar, parece que foi ontem que tu estavas aqui ao meu lado (…) E hoje, já não te tenho mais aqui. Doces costumavam ajudar. Sei lá, eu nem sei porque estou a escrever isto agora. Eu não sei de nada e cada vez parece que sei menos. Uma notícia, uma palavra, um descanso, um pensamento, uma música. Um qualquer coisa e eu fico assim, idiota, magoada e pensativa. E aquela dor no coração, aquela ânsia de tudo, aquele aperto e a vontade de chorar, tudo volta. E cada vez volta pior. Pior, pior e pior. Pode ser saudade. Saudade daquilo que só eu toquei daquele jeito perfundo. Já sofri tanto por amar uma pessoa, mas se me perguntarem se me arrependo, vou dizer que não, porque quem perdeu foi ele e não eu. Já me senti um lixo por ainda te amar mesmo com tudo que tu me possas causar, eu odeio-me por correr atrás de ti sabendo que nada mudará. Confesso, que todas as vezes que sinto saudades acabo cometendo novamente aquilo que eu havia prometido que pararia... Ainda estou á espera do dia em que um texto que escrever não seija relacionado a ti! Acredito que isto não me faça bem, algo que não é agradável de se relembrar. A saudade poderia não existir na minha vida. Assim, seria tudo mais fácil. Não sofreria tanto por alguém que se foi embora e que parece não voltar mais, fingir por vezes que quer voltar e vai-se embora de novo... Bem, quanto a isso não posso fazer nada, a dor um dia ade de acabar. Na verdade tenho pensado em partir, mas provavelmente faria isso errado. Eu tenho medo de tudo e todas as maneiras de mudar isso. É tudo culpa tua, ou até será minha, mas tu disses-te que eu era importante, tu me tornas-te na pessoa que sou hoje. Queria saber, juro que queria saber como arranjar uma maneira de te trazer de volta, não emporta. Eu vou ficar com a ideia que não te amo e que são só coisas da minha cabeça. Eu já perdi. Só tenho medo de 2 coisas... Do esquecimento e do abandono total